maisum.

é só mais um: dia, minuto, texto.

06 de janeiro de 2009. Janeiro 14, 2009

Filed under: what's inside — paulamaria @ 3:46 pm
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Terminei de ler “O caçador de pipas” e comecei o “Laranja Mecânica”. Tive o primeiro porre da vida, digo, porre com direito à passar mal de vomitar, e com isso, perdi parte da festa do reveillon. Chorei as mágoas do mundo depositando as salgadas lágrimas no imenso salgado azul. Me enchi de hematomas pelo corpo, marcas da bebida e das dores que tomei em meu discurso. Fui ajudada por uma desconhecida enquanto Joaquim pegava nossas coisas para me arrastar de volta para casa. Eu não queria ir embora do mar de jeito algum. Compartilhei pela segunda vezum choro dolorido com àquele com quem pretendo passar o resto dos meus ainda muitos dias. Compartilhei também o leito por alguns lindos e ensolarados dias. Faço planos para 09 e aguardo ansiosa. Não recebi muitos votos de “boas festas!”, mas o que chegaram foram bem vindos.

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Manifestar a emoção. Janeiro 13, 2009

Filed under: diariamente,what's inside — paulamaria @ 1:45 am
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Sintonize sua vibração
Não há tempo pra viver em vão
E não pense mais em desistir
Existe um mundo
Que só quer te ver sorrir…

[natiruts – reggae power]

 

O ano novo foi de novidades. Tem dias que não apareço, mas não tô muito afim de ficar na internet. Hoje tirei umas horinhas pra ficar aqui, falar com algumas pessoas e voltar pra vida real de novo. Depois eu posto algumas anotações pós-reveillon. Mas depois.  Paz. E sorte.

 

Grafológico. Dezembro 19, 2008

Filed under: diariamente,what's inside — paulamaria @ 6:01 pm
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Se é para escrever, então vamos lá. Sempre foi meu escape mesmo. Esta noite, sonhei bizarrices, com direito à aparições de  falecidos e tudo mais. Estou em clima estranho. Além da usual t.p.m., algo esquisito acontece no reino da Dinamarca, mas não sei exatamente o que é. Parece uma onda de coisas ruins, do tipo tempo das “vacas magras”. O que assuta – de certo modo – é que às vezes não importa o quanto você se empenhe nos seus planos, algumas coisas simplesmente dependem de fatores externos não identificados. Não creio que seja a existência de um deus ou qualquer entidade superior, ou ente superior. A fase da fé já foi superada. Superar não é extamenre a palavra mais correta, dado que não se apresentava como um trauma (outra palavra “incorreta” para a designação corrente). Fiquei mais alaiviada ao saber que finalmente minha mãe se pronunciou com uma posição respeituosa ao meu não-credo. Isso sim é digno de nota, visto que será com certeza efêmero, com a maioria dos posicionamentos de minha mãe em relação às minhas opiniões e modos de vida. Como se eu fosse – na maioria das vezes – uma adolescente rebelde em busca de atenção. E sei que as minhas atitudes atuais são sim para a afirmação das coisas as quais acredito e também das quais pretendo fazer/ser num futuro bem próximo. Mas será isso tão ruim? Serei eu tão autoritária e infantil como o quadro que ela pintou de mim? Não existem alidados dentro da minha própria casa, que de minha e própria parece não ter nada em muitos momentos e falas. Rodrigo Lima volta aos ouvidos e já não consigo enjoar. Sim, é uma falta de esperança gritante e também é o sufocar para viver, tardiamente.

 

[escrevi mais ou menos no meio do semestre, mas serve pra agora. achei nas arrumações para o ano novo…]