maisum.

é só mais um: dia, minuto, texto.

Ok, we have to dance it out. Novembro 9, 2015

Filed under: diariamente — paulamaria @ 1:31 pm
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Life is like a dance, Paula, and we’re partners. Setbacks, delays, and detours? They’re like steps in the mambo, tango, and cha-cha. If you dissected the movements and saw them without the rest of the dance, everyone would look to be in great pain. But when you see the big picture… poetry in motion.

In life, setbacks, delays, and detours are often just my way of “keeping” you for something way better. Don’t let them discourage you, don’t see them out of context, and whatever you do, don’t stop dancing.

Your most able choreographer,
The Universe

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Nota do Universo. Setembro 23, 2015

Filed under: diariamente — paulamaria @ 12:41 pm
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Love where you’ve been.

Love where you’re at.

Love how you think.

Love the power you pack.

Love all that you seek.

Love all that you feel.

Love your rocking emotions.

And the thoughts you make real.

But mostly, amazing Paula, I really, really love you in this very moment.

What?

Loving you from every angle,
The Universe

 

Esse papo seu já tá de manhã. Junho 6, 2013

Filed under: Uncategorized — paulamaria @ 12:57 am
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São meses a fio esperando. Meses que observo passar pela janela do quarto, olhando as janelas dos prédios vizinhos. Quando vejo, já são cinco da tarde e é hora de colocar a mesa do café. Vivo esperando as pessoas chegarem de suas vidas, mas a minha mesmo, eu não consigo encontrar. O vazio preenche dias a fio, as lágrimas já estão um tanto cansadas e já não caem com a facilidade de outros tempos. Há marcas no meu rosto desistente e não consigo esconder com maquiagem alguma. Sinto um peso no peito. Por vezes, me sufoco ao respirar. Tenho que correr pra algum lugar e tentar abrir o peito por alguns instantes, mas me vejo tão sozinha que dá aquele medo de morrer… puf! Não servi pra nada nesse mundão. Todos os dias me sinto apunhalada por este medo. Uma dor infinda. C’est comme une explosion, c’est un grand sensation de vide dedans, que vient du fond. Mon coeur a disparu, ton ton, ton ton. Quand je pense, que presque me sent mort. La mort est partout, toujours. Dá vontade de fugir, mas pra onde? Aquelas lembranças não existem mais. O recanto de cabelos finos e lábios doces não existe mais, c’etáit une rève, chérie. Tum tum, tum tum. Bate o coração que quase para. Há dias não o vejo, há horas incontáveis não o toco. Se te conheço? Bem, não sei. Me assusto e quero correr. Corro e não chego a lugar algum. Meus pedaços de vida se espalham pela cidade. Quero viver, mas como? O silêncio da casa me invade e me assusta, de novo. Não há ninguém, ninguém pra contar minhas histórias e meu desespero. Não há quem pare, não há quem acalente. Essa história de ser adulto é um tanto de merda. Espero, da janela, os acontecimentos da vida de outréns. Da janela do quarto, das janelas do computador. Você é uma promessa que nunca me prometeu nada. De uma esperança vive este amor. De que? Não sei. Somos pessoas boas, assim espero e confio. Já não sei se tanto, porém. Espero e confio. O corpo definha um tanto e perde a tecitura dos músculos e afetos. “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, ecoa na cabeça que dói. Será suportável? Não quero suportar mais. Te quero perto, te quero aqui. Viver de sonhos e ilusões bobas, tardes sem fazer nada, comida quentinha na mesa e vento no rosto. Quero conta pra pagar, quero arrumar a casa, quero cheiro, quero quentinho. Aí eu choro. Consegui. Talvez era isso que eu precisava. Até amanhã, tudo começar outra vez.

 

Brandon Boys saves the day, maisum(a) vez. Julho 15, 2009

Filed under: arte e mais,what's inside — paulamaria @ 2:09 am
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“My name is Brandon Boyd. I am a Los Angeles native, a Vegan sympathizer, an artist by day and come nightfall I sing in a band called Incubus. I am suspicious of religion, advertising and know-it-alls. My teeth will one day fall out from overconsumption of licorice. My closest friend on the Earth is a dog from France. I sleep diagonally until I have company, then I sleep lengthwise. I am straight, yet I adore sparkling mineral water. I have a bionic right leg as a result of a freak gardening accident. My right eye goes lazy after about 3am. If you feed me after midnight, I multiply. My name, when translated literally, means ‘Broom-Hill’ which I find horrifyingly exotic. I live in an old building that at one point in the 1900’s was a working brothel. As a result, the ghosts of under paid and over worked prostitutes roam my hallways. So, there is a lingering smell of cheap perfume on the second story of my home after 3am, which might explain my occasional lazy eye. I am allergic to milk and as a result have never had an ice cream party. You may have just heard the sounds of very small violins playing behind that last comment, but don’t feel bad for me; I have sorbet parties at every Equinox and spend about half a day thereafter happily cleaning the ‘sticky’ out of my fingernails. My right knee is named Chet and my left is Garrison. Everything I wear once belonged to someone else with the specific exception of socks and underpants.”

(via a Cegueira.)

Não tem como não adorar incubus com um front-man desse porte. Dos meu favoritos, me faz vibrar!

 

Coisas bonitas e soltas ou soltas e bonitas. Julho 9, 2009

Depois de me sentir um “pouco” perdida ontem – fui num aniversário em boite “de mauricinho” – vou postar uns recortes soltos, de coisas que me fazem bem, que me fazem sorrir, que me dão uma borboletinha nos olhos. Além do mais, hoje tô com aquela ressaca. Para suportar meu sentimento de lostnaboite, enfiei o pé na caipiroska de morango, logo, acordei podre da cabeça e do sistema gastro-intestinal. Blergh.

There are millions of people out there. But in the end it all comes down to one. I still panic sometimes, forget to breathe. But I know there’s something beautiful in all my imperfections. A beauty in which he held out for me to see, a strength that can never be taken away.”
— Crazy/Beautiful
“Me lembro perfeitamente…
Me conta!
Lembro-me de parar em frente ao espelho, e mostrar a ela a harmonia existente entre seu lindo rosto e seu lindo seio.
Também descrevo aquela cena como “delicia”…”
— Excerto perdido de algum texto que decorei
“Canta que é no canto que eu vou chegar
Canta o teu encanto que é pra me encantar
Canta para mim
qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz
Tristeza nunca mais”
— Casa pré fabricada – na voz de Maria Rita
“Could you move in slow motion? Everything goes by so fast
Just slow down a little, save the best part for last”
— Admiration – incubus
bises, bises, bises.
 

Minha aposta nas pessoas é? Julho 5, 2009

Filed under: arte e mais,what's inside — paulamaria @ 4:04 pm
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Essa daqui : para começar a semana, um video que só faz sorrir. Via a fofíssima do Oh! Maria.

 

Explicações a posteriori xilique. Junho 28, 2009

Filed under: diariamente,merda,what's inside — paulamaria @ 4:00 pm
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festinha de aniversário de 2008.

Quando eu disse “sentindo de ruim” hoje de madrugada antes de ir dormir, eu quis dizer uma coisa que nem sei se após uma noite boa de sono eu conseguirei explicar. Na sexta feira, dia 26, chamei uns bons amigos para irmos à Lama comemorar meu aniversário. Aquele esquema de aniversário no bar, a gente se junta, bebe, come, se diverte e cada um paga um pouco, porque afinal de contas a grana anda curta. Pra falar a verdade, eu queria ter tido tempo de organizar uma festinha, como sempre faço. Mas como eu já logorreei aqui, o fim deste período veio em dose cavalar, e aí, meu amigo, eu não tô aguentando minhas pernas curtas. Lógico que sei que vai dar tudo certo, mas poxa, não deu meeesmo a festinha. Voltando a sexta, muitos dos amigos que chamei foram. E isso foi ÓTIMO. Ri demais, me diverti muito. Muitas pessoas queridas, do coração. Engraçado que algumas eu nem vejo tantas vezes assim, mas sabe aquele lance de se importar com você? Rola pra mim, e bicho, toca muito meu coraçãozinho. E então dá a meia noite. Todo ano tem sempre alguém que manda um torpedo, faz uma ligação, sei lá, algo do gênero. Não rolou. Apesar de que, na meia noite eu estava recebendo um parabéns coletivo de metade do bar, que foi super divertido. Na moral, não sei porque vou reclamar do que estou reclamando, parece que não dou valor as coisas boas que aconteceram, parece que o que foi ruim tomou mais conta. Mas prometo: só escrevo aqui publicamente porque sinto que é necessário. Não porque sei que tem muita gente que “pensa acompanhar” minha vida vem aqui ler, ou que quero mandar recado, ou ainda: que quero retratações. Só se faz necessário porque tá doendo, mesmo que um dia depois.

Um pouco mais calma umas horas depois, volto pra terminar esse texto desabafo. O que aconteceu foi o seguinte: eu percebi que várias pessoas que se dizem minhas amigas – ou pelo menos eu achava que se diziam – entraram na internet ontem, entraram no orkut, entraram no MSN e simplesmente não tiveram NENHUMA manifestação de carinho/consideração com o meu aniversário. Isso porque eu tô falando de contato virtual, tô excluindo a existência do telefone residencial e do telefone celular, que só recebeu UM torpedo de aniversário e um outro o qual me recuso a comentar. Telefonemas, tirando os de família, foram dois. Sinceramente, não sei o que acontece. Se fui eu que me afastei dos amigos, se lhes fiz algum mal, se fiquei muito chata, se fiquei muito enjoada. Ou se não é nada disso, talvez seja somente a vida, que tá passando muito rapidamente. Não tô dando conta da idade que chega, das responsabilidades que isso acarreta, do final de curso que tá batendo na porta. AINDA assim, acho que nada disso é desculpa pro afastamento ou falta de consideração, prefiro não deixar de me importar. Prefiro continuar dando valor às pessoas, do meu jeito, meio torto muitas vezes, mas nunca as deixar na mão. Principalmente em datas especiais. Aniversário é um dia que você tem para desejar de coração o que normalmente deseja mas nunca fala: saúde, amor, sorte, tudebom. Normalmente, não expressamos o quanto nos importamos com quem convivemos. Creio que aniversário é A data para isso. Mas alguns preferem deixar passar, preferem seus amigos virtuais, preferem não dedicar. Porque dá trabalho, convenhamos. Mas enfim, aquele foda-se pra isso e aquele MUITO obrigada aqueles que tão no coração. Amo vocês, de verdade. Desculpa a bagunça, mas parte de mim é esse caos mesmo, e esse caos não consegue me deixar quieta enquanto não dou uma ajeitada nele, ainda que seja logorreando, que seja chorando, que seja.