maisum.

é só mais um: dia, minuto, texto.

love crimes. Novembro 1, 2016

Filed under: merda,what's inside — paulamaria @ 5:17 pm

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I’ve been a bad, bad girl
I’ve been careless with a delicate man
And it’s a sad, sad world
When a girl will break a boy just because she can

Don’t you tell me to deny it
I’ve done wrong and I want to suffer for my sins
I’ve come to you ‘cause I need guidance to be true
And I just don’t know where I can begin, ooh

What I need is a good defense
‘Cause I’m feeling like a criminal
And I need to be redeemed
To the one I’ve sinned against
Because he’s all I ever knew of love

Heaven help me for the way I am
Save me from these evil deeds before I get them done
I know tomorrow brings the consequence at hand
But I keep living this day like the next will never come

Oh help me, but don’t tell me to deny it
I’ve got to cleanse myself of all these lies
‘Til I’m good enough for him
I got a lot to lose and I’m betting high, so I’m begging you
Before it ends, just tell me where to begin

What I need is a good defense
‘Cause I’m feeling like a criminal
And I need to be redeemed
To the one I’ve sinned against
Because he’s all I ever knew of love

Let me know the way
Before there’s hell to pay
Give me room to lay the law and let me go
I’ve got to make a play
To make my lover stay
So, what would an angel say?
The devil wants to know

What I need is a good defense
‘Cause I’m feeling like a criminal
And I need to be redeemed
To the one I’ve sinned against
Because he’s all I ever knew of love

What I need is a good defense
‘Cause I’m feeling like a criminal
And I need to be redeemed
To the one I’ve sinned against
Because he’s all I ever knew of love

 

Fevereiro 12, 2016

Filed under: merda,what's inside — paulamaria @ 1:34 pm

Eu queria muito voltar a escrever aqui com frequência.

Mas perdi a mão, perdi o timing, perdi o fôlego.

Somebody save me?

 

Abril 26, 2012

Filed under: merda — paulamaria @ 10:34 pm

You could be happy and I won’t know
But you weren’t happy the day I watched you go
And all the things that I wished I had not said
Are played on loops ‘till it’s madness in my head

Is it too late to remind you how we were?
But not our last days of silence, screaming, blur
Most of what I remember makes me sure…

 

Março 14, 2012

Filed under: merda,what's inside — paulamaria @ 2:19 am

todo amor vale o quanto brilha. e se não brilha?

 

How can it feel this wrong? Outubro 8, 2011

Filed under: merda — paulamaria @ 5:31 am

Nunca vou entender porque uma pessoa do outro lado do oceano me chamou de “gentinha” sem nunca ter me olhado nos olhos. Porque você fingia que não me via nessa cidade ovo, só pra não me cumprimentar. Porque as pessoas insistem num padrão de vida fraco, superficial, raso, mole. Porque tudo não pode voltar ao que era, mais simples. Ou eu pelo menos que enxergava menos coisa e era mais feliz. Tudo era só engano? Cês tudo falavam pelas costas? Saudades das tardes de falar bobeira, risos soltos, sol, piscina. Mas não. Tem é que ter atrito. E não é dos que esquentam, é dos que esfriam. E matam. Qualquer amizade. Qualquer amor. Tem que ter picuínha, tem que ter fofoquinha, tem que ter veneno. Nenhum de vocês aprendeu nada nessa vida? Deve ser porque eu sempre tive louça pra lavar e roupa pra estender. Me pego a essa hora da madrugada pensando nisso. NESSAS PESSOAS. Acho que preciso de mais umas trouxas pra esquecer disso. Doer não dói mais. Mas que é triste demais ver esse apequenamento humano, ah… isso é.

 

Julho 25, 2011

Filed under: merda,what's inside — paulamaria @ 4:22 pm

Meu coração não faz mais tum tum.

 

just for the record.

 

Madruguei. E só consigo acordar. Março 4, 2011

Filed under: merda,what's inside — paulamaria @ 5:02 pm

Porque eu sei que é amor. Então, eu sei que vai doer. Vai latejar, arder, querer urgir, desmembrar-me, deslumbrar-me, me deserdar de mim. Vai fazer com que todo mundo pergunte os porquês e os porquês não. E todos os dias, ao deitar e ao levantar, o pensamento que volta é o mesmo. O mesmo sentido daquele abraço que não virá. Daquele conforto que se foi. Daquela pena que não posso sentir por nós dois. Afinal, amar não basta. Nessa merda de vida sem sentido, a gente vai ter que sim, encarar todas essas coisas de gente normal. Por mais que eu ainda sinta que um casal assim, não pode ser nada menos do que atípico. De pensar que inspirávamos. De pensar que ao inspirar antes era eu, depois ao expirar, éramos nós. Mesmo sabendo que pensar em “nós” era perigoso, eu fui, indo indo indo, nesses profundos que ainda tanto te assustam. Desculpa, eu realmente, de coração, não sei pensar de outros jeitos que não esses. Entendo, juro e garanto que essa complexidade toda não é proposital. Quando eu vi, já tinha me feito assim. Um dos meus inúmeros “eu sou assim”, desses que você também tem tantos. O dia a dia fica insuportável quando a gente não agüenta mais os pesos e medidas que tanta gente ignora… Por isso o tal do amor não basta. Tem que ser forte. E olha, apesar de eu desmoronar muitas e inúmeras e incontáveis vezes, aprendi sim, que ser forte é não desistir. “se viver é resistir, então será”, ficou uma tatuagem. Das muitas, né. O coração que fazia Tum Tum não quer saber de desaprender. E além disso, teima em pelo menos não me deixar esquecer um pouco, só um pouquinho. Como esquecer daquilo que nunca se deixa de lembrar? Eu preciso preciso preciso, quero quero quero. E não sei de nada. Não sou superfície de contato. Faço-me ilha distante pra poder nadar de volta prum cais, qualquer dia. Meus laços estão guardados em caixas de fitas de cetim, daquelas bonitas que cê sabe que eu adoro. Nunca jamais saberia te dizer: o que fizemos de nós dois. Estás em tudo. Em tudo permaneces. Tiro o cabelo, nada. Corro até não respirar, nada. Choro escondido, nada. Nos olhares dos outros, é difícil ver alguma compaixão, um lugar pra repousar. Tinha esquecido como é ficar sem isso. Sem ar, escrevo. Sem vontade, caminho. Sem gosto, como. Sem sono, durmo. A vida que andava engolindo minhas semanas, arrasta meus dias como se precisasse me fazer sofrer e viver todo e cada segundo com vontade de não viver nenhum mais. Se as coisas e a finitude da vida já se apresentavam como angústia e sem solução, agora ainda pior, agora sem cores. Quero gritar. Mas silencio de uma maneira esmagadora em mim mesma. Quero tanto TANTO ouvir sua voz, e ao mesmo tempo, respeito o combinado. A distância fria, o não estar, o não se fazer estar. Os meus carros sempre estiveram à frente dos bois, não é de hoje. Claro, alertada fui, muitas e muitas vezes. De que importa lembrar todos os conselhos depois? Se fossem bons, não davam: vendiam. Sabedoria popular mui corretíssima. Nas dores de um corpo que insiste em estar aqui, as palavras não cabem. TUDO foi pensado. E agora, nada temos em mãos. Dos momentos os quais eu queria conseguir, este deveria ser um. Ainda: se um deus existisse, não haveria descompaixão pelas pessoas que se amam. Já tem tanta falta de amor nesse mundão! Seria um baita desperdício de um deus não investir naqueles que tem sentimentos verdadeiros. Mas evidentemente, não existe deus, nem milagre e nem reza brava que nos tire as intemperanças da vida. Junto a elas é que estaremos agora. Sem ao menos, uma mensagem que roube sorrisos, um carinho de cumplicidade, um abraço no desespero, um olhar no escuro, um beijo nas multidões. Viver sem você vai ser o meu castigo por ser eu mesma. Eu, que sempre via nos filmes inspiração, vivo agora personagens das quais me identifico, mas sempre aquela parte do enredo que quis pular. Com o peito doendo, mãos vazias e boca apertada, te digo que amar foi sim um presente. Dos melhores da vida. E que todos os segundos de verdades que tivemos, estão aqui, guardados no canto do nariz, da boca e nos meus cílios. Volto a ser a estranha que caminha na multidão. Daquela que se mistura até reencontrar a concha, sabe? Que pintou sonhos em nuvens passageiras. Já choveu. Já passou e apagou. Guardo as tintas e pincel. A aquarela se desfaz em lágrimas. Cada pedaço de mim, resta história. Cada tempo de memória, resta um pedaço de coração. Eu, forte fraca, grande na pequenez, lágrimas duras nas palavras, passos curtos e rápidos de gigante, fecho-me aqui e agora. Volto ao mundo do não vale a pena.Pro tentar. Reinventar. E viver. Como der.