maisum.

é só mais um: dia, minuto, texto.

love crimes. Novembro 1, 2016

Filed under: merda,what's inside — paulamaria @ 5:17 pm

tumblr_lmapabqh2n1qe829yo1_500

I’ve been a bad, bad girl
I’ve been careless with a delicate man
And it’s a sad, sad world
When a girl will break a boy just because she can

Don’t you tell me to deny it
I’ve done wrong and I want to suffer for my sins
I’ve come to you ’cause I need guidance to be true
And I just don’t know where I can begin, ooh

What I need is a good defense
‘Cause I’m feeling like a criminal
And I need to be redeemed
To the one I’ve sinned against
Because he’s all I ever knew of love

Heaven help me for the way I am
Save me from these evil deeds before I get them done
I know tomorrow brings the consequence at hand
But I keep living this day like the next will never come

Oh help me, but don’t tell me to deny it
I’ve got to cleanse myself of all these lies
‘Til I’m good enough for him
I got a lot to lose and I’m betting high, so I’m begging you
Before it ends, just tell me where to begin

What I need is a good defense
‘Cause I’m feeling like a criminal
And I need to be redeemed
To the one I’ve sinned against
Because he’s all I ever knew of love

Let me know the way
Before there’s hell to pay
Give me room to lay the law and let me go
I’ve got to make a play
To make my lover stay
So, what would an angel say?
The devil wants to know

What I need is a good defense
‘Cause I’m feeling like a criminal
And I need to be redeemed
To the one I’ve sinned against
Because he’s all I ever knew of love

What I need is a good defense
‘Cause I’m feeling like a criminal
And I need to be redeemed
To the one I’ve sinned against
Because he’s all I ever knew of love

 

The light. Abril 20, 2016

Filed under: diariamente,what's inside — paulamaria @ 2:50 pm

12531142_498301220352956_1090124231_n

O amor muitas vezes parece mesmo um chiclete mastigado, abandonado numa escada qualquer. Não se sabe se foi subindo ou descendo. Ele está apenas no meio do caminho. Poucos param e o observam. Ainda assim, seguem, até mesmo esquecendo do que foi visto. Alguns outros, tentam arrancá-lo do chão, sem sucesso. Outros ainda, pisam distraídos ou mesmo por querer. O chiclete – como o amor – passa a maior parte de seus dias a meia luz, fonte da lajota de vidro na parede da escada. Vez em quando, o temporizador da lâmpada é acionada pelo movimento de passantes, para a felicidade do chiclete que ganha um pouco mais de luz em sua existência inerte. O tempo passa e ele ali se mantém. Muda um pouco de forma, de cor, de textura. Endurece e se recolhe, quando o tempo está mais frio e sem sol. Amolece e espalha quando a temperatura sobe. Diferente do amor ou nem tão diferente assim. O amor pede companhia, calor e cuidado quando tudo parece frio e duro demais. Pede espaço e compreensão quando sua e precisa de refresco. Tem gente que engole o chiclete mastigado – será que gruda no estômago ou consegue ser eliminado? Tem gente que nem chiclete masca. Tem gente que compra só para tirar o amargo da boca e beijar desconhecidos, sem compromisso. Tem gente que nunca provou chiclete. De todas essas formas, também experimenta-se o amor.
 

Troca coletiva Março 9, 2016

Filed under: Uncategorized,what's inside — paulamaria @ 7:27 pm

Fazia um tempo que eu não participava de corrente por e-mail. Na verdade, eu nem me lembro direito de quando foi a última vez. Algumas correntes por facebook eram legais no começo da rede, mas hoje, pelo enorme fluxo de posts e de besteiras que rolam por lá, nada fica tempo suficiente na timeline para ser apreciado como deveria.

Fui chamada pela minha amiga Lu Freitas a participar da Troca Coletiva, na qual enviamos uma música/poema/citação para uma pessoa indicada no e-mail. Simples assim. E você repassa, em cópia oculta, o e-mail da troca para vinte pessoas. Recebi muitas coisas diferentes, até mesmo um poema em francês (Obrigada, João! <3). Mas o que mais me marcou foi o primeiro e-mail. Era o trecho abaixo, do meu seriado favorito da vida inteira, enviado pela Carlinha, amiga da época da faculdade.

Chorei no trabalho, tive que sair da frente do computador e tomar um copo d’água. Segue abaixo para quem quiser apreciar.

There is a reason I said I’d be happy alone. It wasn’t ’cause I thought I’d be happy alone. It was because I thought if I loved someone and then it fell apart, I might not make it. It is easier to be alone, because what if you learn that you need love and you don’t have it? What if you like it and lean on it? What if you shape your life around it and then it falls apart? Can you even survive that kind of pain?Losing love is like organ damage. It is like dying.The only difference is death ends. This?

It could go on forever.

– Meredith Grey

 

Março 3, 2016

Filed under: what's inside — paulamaria @ 5:52 pm

não importa o que se ama.

importa a matéria desse amor. as sucessivas camadas de vida que se atiram para dentro desse amor. as palavras são só um princípio – nem sequer o princípio. porque no amor os princípios, os meios, os fins são apenas fragmentos de uma história que continua pra lá dela, antes e depois do sangue breve de uma vida. tudo serve a essa obsessão de verdade a que chamamos amor. O sujo, a luz, o áspero, o macio, a falha, a persistência.

em: fazes-me falta, de Inês Pedrosa.

 

Bye bye, fotolog. Fevereiro 24, 2016

Filed under: what's inside — paulamaria @ 1:31 pm

 

fot229

Revisitando meu antigo endereço que está prestes a desaparecer da terra da internet, viajei muito num passado não muito distante, que fez parte de mim e da vida de muitos amigos e colegas. O fotolog foi uma “era” de ouro, quando postar uma foto era O acontecimento do dia, na espera dos comentários e no horário de, no dia seguinte, poder postar mais.

Em meio às lembranças, pego aqui um dos meus posts, mais exatamente de 29 de maio de 2006, quando cito o trecho de um livro que marcou minha adolescência, “O dia do curinga” de Jostein Gaarder. Assim, me despeço desse site, com sorriso no rosto e já saudades.

Mas também inventei uma bebida que chamei de bebida púrpura. É uma bebida que tem um efeito maravilhoso no corpo inteiro mas que, ao mesmo tempo, é tão traiçoeira e perigosa que fico aliviado em saber que ela não é vendida como as outra bebidas lá na nossa terra natal. Para preparar essa bebida uso o néctar das rosas púrpuras, que são bem miudinhas, nascem em pequenos buquês e crescem por toda a parte dessa ilha. E nem preciso ter o trabalho de colher as rosinhas ou extrair delas o néctar. Essa tarefa é feita pelas abelhas, que aqui constroem suas colméias em árvores ocas e nelas armazenam também seus suprimentos de néctar púrpura. Eu só tenho que recolher o néctar nas colméias. Quando misturo esse néctar das flores com a água do rio do arco-íris, de onde tiro também os meus peixinhos, o resultado é um suco adocicado que cintila, levemente espumante… gaseificado como um champagne finíssimo, ou algo parecido. Uma bebida muito, mas muito especial.
O mais interessante dessa bebida púrpura é que o prazer que ela propicia não se resume a apenas um sabor. Não, não. Esse líquido vermelho, adocicado e espumante estimula todos os órgãos dos sentidos com todas as sensações e sabores que uma pessoa pode experimentar. E tem mais: a bebida púrpura não deixa os seus gostos apenas na boca e na garganta, mas em cada fibra do seu corpo. O problema é que não é muito saudável beber o mundo inteiro de um só gole, meu jovem. É melhor bebê-lo aos poucos, um golinho de cada vez. (p. 177-178).

 

Fevereiro 12, 2016

Filed under: merda,what's inside — paulamaria @ 1:34 pm

Eu queria muito voltar a escrever aqui com frequência.

Mas perdi a mão, perdi o timing, perdi o fôlego.

Somebody save me?

 

Oh, you… you. Fevereiro 5, 2016

Filed under: diariamente,Uncategorized,what's inside — paulamaria @ 12:00 pm
IMG_20160124_102922

If you can see it in your mind, Paula, it’s real.

All that remains is merging the present you know and the world you’ve imagined, which is my part. And you can best help me align circumstances, coincidences, and chance encounters by getting busy, going out into the world, and moving in the general direction of your dreams, even if only to do what your peers might do, who know not of life’s magic.

But you know the truth, Paula. You know how life works. Do not waiver in your march. No matter how humble your steps, this is how I will reach you. And as you witness one dream come true after another – first the small ones, then the big ones, then the huge ones – you’ll remember why you were first drawn to the jungles of time and space, if you haven’t already figured it out.

Crazy kid,
The Universe