I can say it doesn’t matter,
matter anymore.
quem tem olhos pra ver o tempo soprando sulcos na pele soprando sulcos na pele soprando sulcos?
o tempo andou riscando meu rosto
com uma navalha fina
sem raiva nem rancor
o tempo riscou meu rosto
com calma
(eu parei de lutar contra o tempo
ando exercendo instantes
acho que ganhei presença)
acho que a vida anda passando a mão em mim.
a vida anda passando a mão em mim.
acho que a vida anda passando.
a vida anda passando.
acho que a vida anda.
a vida anda em mim.
acho que há vida em mim.
a vida em mim anda passando.
acho que a vida anda passando a mão em mim
e por falar em sexo quem anda me comendo
é o tempo
na verdade faz tempo mas eu escondia
porque ele me pegava à força e por trás
um dia resolvi encará-lo de frente e disse: tempo
se você tem que me comer
que seja com o meu consentimento
e me olhando nos olhos
acho que ganhei o tempo
de lá pra cá ele tem sido bom comigo
dizem que ando até remoçando
[viviane mosé - tempo]
Quando eu falo que eu não vou, não vou e ponto. Sou tinhosa e sou marrenta. Mas que droga! Então, briguei mais ma vez com a minha mãe e essa mania dela de querer que eu faça o que ela quer na hora que ela quer como se eu não tivesse mais NADA pra fazer da vida. Ir pra Guarapari, em pleno sábado após um rock sexta-feira, e ainda por cima para comemorar um aniversário que foi em FEVEREIRO de uma criança de 10 anos? OK, valeu campeão!
Agora deixe-me ir, tenho uma casa grande – e senzala? – para varrer, limpar, e deixar brilhando. Depois, estudar Psicopatologia. Pelo menos eu espero um cinema no fim do dia. Ah sim, e ainda tenho um outro lado de família louca para ver hoje. É rapaz, então.
“Bom dia, Grande* Vitória!”, como diria meu Joaquim.
*Inclui-se na saudação pelo número de cidades que transito pela semana: Vitória, Vila Velha e Cariacica.
Então, sempre quis fazer um blog pra falar sobre nada quando desse vontade. Sem a obrigação de falar sem um tema específico nem nada assim. Tô na Ufes esperando o tempo passar, sendo que tempo é a úlitma coisa que eu estou tendo ultimamente. Enfim, um dia quase no lixo de tão inútil. E eu cheia de entrevistas para fazer, trabalhos a escrever, crianças de Cariacica para dar conta, mulheres na Delegacia para dar conta, Cabo verdianos a serem entrevistados para dar conta. Enfim, um quasenada de coisas a fazer. Irado. E para melhorar, enchi o bucho no Burger King. O que salva é ganhar um livro de fotografia do século XX – Taschen – do amor da minha vida. E ver o amor da minha vida lindo e descobrir pessoas novas e legais.
:)
Namastê.