maisum.

é só mais um: dia, minuto, texto.

Brandon Boys saves the day, maisum(a) vez. Julho 15, 2009

Filed under: arte e mais,what's inside — paulamaria @ 2:09 am
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“My name is Brandon Boyd. I am a Los Angeles native, a Vegan sympathizer, an artist by day and come nightfall I sing in a band called Incubus. I am suspicious of religion, advertising and know-it-alls. My teeth will one day fall out from overconsumption of licorice. My closest friend on the Earth is a dog from France. I sleep diagonally until I have company, then I sleep lengthwise. I am straight, yet I adore sparkling mineral water. I have a bionic right leg as a result of a freak gardening accident. My right eye goes lazy after about 3am. If you feed me after midnight, I multiply. My name, when translated literally, means ‘Broom-Hill’ which I find horrifyingly exotic. I live in an old building that at one point in the 1900′s was a working brothel. As a result, the ghosts of under paid and over worked prostitutes roam my hallways. So, there is a lingering smell of cheap perfume on the second story of my home after 3am, which might explain my occasional lazy eye. I am allergic to milk and as a result have never had an ice cream party. You may have just heard the sounds of very small violins playing behind that last comment, but don’t feel bad for me; I have sorbet parties at every Equinox and spend about half a day thereafter happily cleaning the ‘sticky’ out of my fingernails. My right knee is named Chet and my left is Garrison. Everything I wear once belonged to someone else with the specific exception of socks and underpants.”

(via a Cegueira.)

Não tem como não adorar incubus com um front-man desse porte. Dos meu favoritos, me faz vibrar!

 

Coisas bonitas e soltas ou soltas e bonitas. Julho 9, 2009

Depois de me sentir um “pouco” perdida ontem – fui num aniversário em boite “de mauricinho” – vou postar uns recortes soltos, de coisas que me fazem bem, que me fazem sorrir, que me dão uma borboletinha nos olhos. Além do mais, hoje tô com aquela ressaca. Para suportar meu sentimento de lostnaboite, enfiei o pé na caipiroska de morango, logo, acordei podre da cabeça e do sistema gastro-intestinal. Blergh.

There are millions of people out there. But in the end it all comes down to one. I still panic sometimes, forget to breathe. But I know there’s something beautiful in all my imperfections. A beauty in which he held out for me to see, a strength that can never be taken away.”
— Crazy/Beautiful
“Me lembro perfeitamente…
Me conta!
Lembro-me de parar em frente ao espelho, e mostrar a ela a harmonia existente entre seu lindo rosto e seu lindo seio.
Também descrevo aquela cena como “delicia”…”
— Excerto perdido de algum texto que decorei
“Canta que é no canto que eu vou chegar
Canta o teu encanto que é pra me encantar
Canta para mim
qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz
Tristeza nunca mais”
— Casa pré fabricada – na voz de Maria Rita
“Could you move in slow motion? Everything goes by so fast
Just slow down a little, save the best part for last”
— Admiration – incubus
bises, bises, bises.
 

Minha aposta nas pessoas é? Julho 5, 2009

Filed under: arte e mais,what's inside — paulamaria @ 4:04 pm
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Essa daqui : para começar a semana, um video que só faz sorrir. Via a fofíssima do Oh! Maria.

 

Explicações a posteriori xilique. Junho 28, 2009

Filed under: diariamente,merda,what's inside — paulamaria @ 4:00 pm
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festinha de aniversário de 2008.

Quando eu disse “sentindo de ruim” hoje de madrugada antes de ir dormir, eu quis dizer uma coisa que nem sei se após uma noite boa de sono eu conseguirei explicar. Na sexta feira, dia 26, chamei uns bons amigos para irmos à Lama comemorar meu aniversário. Aquele esquema de aniversário no bar, a gente se junta, bebe, come, se diverte e cada um paga um pouco, porque afinal de contas a grana anda curta. Pra falar a verdade, eu queria ter tido tempo de organizar uma festinha, como sempre faço. Mas como eu já logorreei aqui, o fim deste período veio em dose cavalar, e aí, meu amigo, eu não tô aguentando minhas pernas curtas. Lógico que sei que vai dar tudo certo, mas poxa, não deu meeesmo a festinha. Voltando a sexta, muitos dos amigos que chamei foram. E isso foi ÓTIMO. Ri demais, me diverti muito. Muitas pessoas queridas, do coração. Engraçado que algumas eu nem vejo tantas vezes assim, mas sabe aquele lance de se importar com você? Rola pra mim, e bicho, toca muito meu coraçãozinho. E então dá a meia noite. Todo ano tem sempre alguém que manda um torpedo, faz uma ligação, sei lá, algo do gênero. Não rolou. Apesar de que, na meia noite eu estava recebendo um parabéns coletivo de metade do bar, que foi super divertido. Na moral, não sei porque vou reclamar do que estou reclamando, parece que não dou valor as coisas boas que aconteceram, parece que o que foi ruim tomou mais conta. Mas prometo: só escrevo aqui publicamente porque sinto que é necessário. Não porque sei que tem muita gente que “pensa acompanhar” minha vida vem aqui ler, ou que quero mandar recado, ou ainda: que quero retratações. Só se faz necessário porque tá doendo, mesmo que um dia depois.

Um pouco mais calma umas horas depois, volto pra terminar esse texto desabafo. O que aconteceu foi o seguinte: eu percebi que várias pessoas que se dizem minhas amigas – ou pelo menos eu achava que se diziam – entraram na internet ontem, entraram no orkut, entraram no MSN e simplesmente não tiveram NENHUMA manifestação de carinho/consideração com o meu aniversário. Isso porque eu tô falando de contato virtual, tô excluindo a existência do telefone residencial e do telefone celular, que só recebeu UM torpedo de aniversário e um outro o qual me recuso a comentar. Telefonemas, tirando os de família, foram dois. Sinceramente, não sei o que acontece. Se fui eu que me afastei dos amigos, se lhes fiz algum mal, se fiquei muito chata, se fiquei muito enjoada. Ou se não é nada disso, talvez seja somente a vida, que tá passando muito rapidamente. Não tô dando conta da idade que chega, das responsabilidades que isso acarreta, do final de curso que tá batendo na porta. AINDA assim, acho que nada disso é desculpa pro afastamento ou falta de consideração, prefiro não deixar de me importar. Prefiro continuar dando valor às pessoas, do meu jeito, meio torto muitas vezes, mas nunca as deixar na mão. Principalmente em datas especiais. Aniversário é um dia que você tem para desejar de coração o que normalmente deseja mas nunca fala: saúde, amor, sorte, tudebom. Normalmente, não expressamos o quanto nos importamos com quem convivemos. Creio que aniversário é A data para isso. Mas alguns preferem deixar passar, preferem seus amigos virtuais, preferem não dedicar. Porque dá trabalho, convenhamos. Mas enfim, aquele foda-se pra isso e aquele MUITO obrigada aqueles que tão no coração. Amo vocês, de verdade. Desculpa a bagunça, mas parte de mim é esse caos mesmo, e esse caos não consegue me deixar quieta enquanto não dou uma ajeitada nele, ainda que seja logorreando, que seja chorando, que seja.

 

Última aula de Psicodiagnóstico. Junho 24, 2009

Filed under: arte e mais,mulherzinha,what's inside — paulamaria @ 4:24 am
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Olá pessoas.

Estou em uma semana extremamente conturbada e problemática. Pela primeira vez em 4 anos de curso, sinto abater sobre mim o peso do fim do período, principalmente tratando-se do meu último período com disciplinas obrigatórias. A partir de Agosto é só estágio. Meda. Enfim, hoje foi minha última aula de Psicodiagnóstico, que foi uma matéria esquisita e inquietante. Fiz e disse coisas que não concordo, mas , era tarefa. Não tem coisa que detesto mais do que tarefismo (ok, tem, mas eu PRECISO de exagerar agora). Foram as apresentações dos casos que atendemos, ou seja, uma aula arrastada de chata e cheia de inferências detestáveis por mim. Tudo o que a professora quis achar, achou. Duas suicidas em potencial, uma criança hiperativa (caso do meu grupo) além de pessoas com problemas neurológicos (segundo a meritíssima profa). Enquanto eu esperava desesperada pra ir embora ansiosa para apresentar, deu um estalo de um texto de ficção. De um homem pra uma mulher. Acho que talvez uma das histórias dos casos lá tenham me inspirado. Pelo menos pra isso, não é mesmo? Aí vai.

Então você olharia nos meus olhos. São verdes, mas te juro: te dizem a verdade. Todo o tempo que dedico-me aos seus seios é verdadeiro. Toda a intensidade com que lhe fodo é verdadeira. Penso com carinho em teu corpo pequeno, que aninhado a mim, fazia-se multidão. Pressão, loucura, tensão, febre, dor. Maneiras que só você consegue ser, só ali naquele encontro conseguia ver, ouvir. Contorcionismos sem circo. Malabarismos de olhos revirantes. Uma explosão que nem. Nem sei! Estou dizendo: é tudo verdade. Não me fantasie de amor perfeito. Sabe que não sou, sabe que passamos longe. Sou dos seus homens, o pior. Pi-or. Mas é tão doce o dulçor de sua boca. E é com paciência que lhe chupo a flor. Mel momentâneo, fel que me mata junto a saudade. Outrora, éramos poesia e de poesia nos alimentamos. Longe um do outro, outro do um. Ardo aqui, tentando te tocar aí. Oceanos e oceanos de mar sem fim. Lágrima salgada que nunca me ocorreu e que sempre imaginei serem suas. Sem culpas, fiz todo o mal que pude. todo o mal que consegui. Sem jamais ter quisto. Vai entender, morena! Vai entender. (nunca te amei para você, mas amei e para mim em segredo). Guardei toda aquela emoção das quase fodas e das lidas. Guardei por explodir e jogar tudo junto às minhas merdas ao vento. Meias palavras, meia boca, meio pinto, meio peito, meio cheiro, meio flor. Abro as janelas e ali você está! Surpresa. Booooooooooom. (Má intencionada, sem saber, sem nos saber, sem querer). Penso mil metros de altura, mas só tenho cinco minutos pra te ter. Resta um grande silêncio, aquele, lembra? Conecta e desconecta a gente, sem ligar pra energia, pro nosso fluxo. Não é fácil, morena minha. Então, não nos olharíamos mais nos olhos. Nem nos espelhos. Nem nas janelas. Nem ao portão. No chão é onde os restos estão. Poética com rima e sem métrica. Nunca te cantei versos, nunca te escrevi notas ao papel. Marquei tudo o que quis no teu corpo, e você no meu. PIOR: na minha cabeça. Não estou triste, não! Ainda nos temos, sei que sim. Lá. E você sabe. Pelo menos, eu sei. Com carinho, seu sempre (e só lá!): F.G.

É isso, meus caros. Já escrevi bem um dia. Hoje escrevo diferente. Escrevo de um mundo diferente que vivi antes. Hoje dói mais fora do que dentro. Mas a paz vai embora em alguns momentos e essa cabeça de vento dá umas brisas boas. Essa foi uma. Hope you all enjoy!

beijos!

 

 
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