maisum.

é só mais um: dia, minuto, texto.

Ironia não postar aqui. Novembro 20, 2009

Arquivado em: arte e mais, what's inside — paulamaria @ 2:29 am
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Milla Jovovich, em pêlo, sublime.

 

Bold your choice. Novembro 17, 2009

1. Coca Cola, Pepsi, Sprite, Mountain Dew, Dr. Pepper?

2. Cats, dogs, horses, lizards, or hamsters?

3. TV, cinema, computer, iPod, gaming console?

4. Rock, rap, pop, metal, or punk?

5. Black, white, blue, red, or green?

6. Salad, hamburger, ice cream, chips, fruit?

7. Kindergarten, elementary, junior high, high school, college?

8. United States, Canada, Australia, France, England, or Ireland?

9. Swimming, fishing, tanning, theme parks, or camping?

10. Snowball fights, snowmen, snow angels, or sledding?

11. English, math, science, history or art?

12. Gummy worms, lollipops, chocolate bars, or cotton candy?

13. Xbox 360, Gamecube, Super Nintendo, Handheld?

14. Facebook, Xanga, Tumblr, YouTube, or Google?

15. Cute guys, tough guys, smart guys, hot guys, or this is dumb?

16. Flats, heels, Uggs, flip flops or skater shoes?

17. Early morning, early afternoon, late afternoon, evening?

18. Bathroom, living room, bed room, kitchen, or attic?

19. Face-to-face, home phone, instant messenger, cell phone?

20. Skinny jeans, flared jeans, capris, shorts, or skirts?

21. T-shirt, hoodies, tank top, tube top, or halter top?

22. McDonald’s, Wendy’s, KFC, Burger King, or Dairy Queen?

23. Car, airplane, train, boat, walking?

24. Coffee, tea, water, milk, or soda?

25. Drama, comedy, horror, action/adventure, or thriller?

veio lá do reticências.

 

Eu gosto do estrago – que eu possa fazer. Novembro 12, 2009

Arquivado em: arte e mais, what's inside — paulamaria @ 4:07 pm
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Esburrando. Novembro 10, 2009

Arquivado em: what's inside — paulamaria @ 2:47 am
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Só preciso fazer uma pequena logorréia porque tem tempo que não escrevo e tô perdendo o jeito com as palavras. Me embolo toda na hora de digitar, na hora com canetaepapel e nas entrevistas medíocres de estágio e vendedora de shopping. Cheia de planos ,mas todos eles esvaziados de possibilidades. Minha cabeça pensante pensa demais e me emburrece de maneira paralizante. Parece que todo mundo tá lá na frente, mas eu tô correndo, juro! Só que a minha corrida parece marcha lenta comparada ao ritmo do mundo. Eu que só queria parar e contemplar a paisagem! (!!!) Peguei, tirei as sandálias e encarei o mar. Minha mãe estranhou, que quéssa menina tá falando e por que tá com as canelas cheias de areia? Pois é, mãe, fui lá no mar. Não vou sempre, tenho medo de ser assaltada. Pura bobagem, mas em Itapoã e com meu chamariz de medo, pode ser comum. Com a Maria segunda, tudo é solto e sempre dá certo absoluto em suas cagadas mirabolantes. Eu só sei fazer cocô direitinho, no mesmo horário, intestino regulado. Tava lindo lá no mar, gelado e brabo, ondas mil direções, espumas molhando o jeans roubado. Quis me jogar, não me joguei. Como se fosse ter chance de sentir aquilo de novo, quando estivesse preparada pra me jogar, ou seja: de maiô. O QUE EU FIZ? O QUE? nada. Não durmo várias noites, meus neurônios ficam pegando fogo e não tem água que apague tudo o que eu penso. Aí, ao mesmo tempo, parece que esse “tudoqueeupensoerasuperimportante” e não era. Vai embora como veio, numa mesma enxurrada, só que agora, de vazio. Tô com uma angústia deslavada de rejeição, não suporto rejeição. Não sei lidar. Me pego de canto, com olho emocionado com tudo, tristinha, meio sorriso, evitando gente, evitando contato. Queria ser humilde pra pedir abraço, mas o orgulho parece humilhação. Que doentio! podem dizer. Por mais que pareça, só quem experiencia sabe dessa dor. Não é dor de tristeza, não cabe nessa palavra nem nessa definição. É dor que dói de dentro e pega em alguns musclinhos, no pescoço, no peito de um lado só, nos joelhos, nos pés. Não dá vazão pra lugar algum, parece nunca carecer de terminar. Vejo alguns olhares furtivos, lá vem a louca, lá vem a doidivanas, lá vem a paulamariatomabanhonabaciaenuncasaidelá. Tô realmente perdendo o jeito com as palavras. Já fui capaz de escrever versos lindideus, mas hoje não sei mais. Aí vem a nostalgia do desapego que eu não desapego. Alguns momentos passados de mim mesma que parecem ser tão mais leves e sinceros do que hoje os são. E eram! Mas por que hoje também não é bom? Se eu sei o que mudar, como não mudo? Como não perco o medo e me jogo no desconhecido? Que merda de pé atrás é esse que me finca no chão que não me dá certezas? Não, certezas não! O que leio e me faço de poesia pra vida me diz o contrário disso! Preciso de decisões afirmativas de vida e não de certezas. Spinosa me ensinou tão direitinho e eu fico avacalhando tudo com experiência de cabeça pessimista. Spinosa, aparece pra mim no sonho e puxa minhas orelhas? Prometo tentar ler “Ética” sem achar difícil. Pronto, esburrei.

 

Vou ali e volto já. Outubro 26, 2009

Arquivado em: arte e mais, merda, mulherzinha, what's inside — paulamaria @ 1:01 pm
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tirei daqui, ó: http://yayeveryday.com/post/7208

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Vou comprar maracujá. Até a volta indefinida.